Domingo, 16 de Outubro de 2011
EuKidsOnline: Crianças Portuguesas Usam Pouco, Mas São Competentes

Na sequência da mensagem anterior, com esta mensagem continuo a analisar as referências relativas a Portugal contidas no relatório final do projecto EuKidsOnline II, muitas delas comparativamente aos restantes países alvo da investigação.

 

Imagem: Gráfico 'Relação entre frequência e competências no uso da Internet'

Apesar de pouco mais de 50% das crianças e jovens Portugueses usarem a Internet diariamente, colocando-os abaixo da média europeia no que toca ao uso quotidiano da Internet, a verdade é que as nossas crianças possuem um número de competências online acima da média dos jovens europeus. Na realidade, melhor que os portugueses, só os Finlandeses, Eslovenos, Holandeses, Estónios, Eslovacos, Suecos e Noruegueses. Mas a percentagem que usa a Internet diariamente nestes países é substancialmente superior (entre os 70 e os 90%). Tendo em linha de conta que, como ilustra o gráfico, quanto mais se usa a Internet, maior é o número de competências, o caminho para obtermos um melhor resultado é fácil de adivinhar: apoiar, estimular e incentivar o maior uso da Internet.

 

A este nível, são particularmente relevantes as implicações políticas referidas no relatório:

Veja aqui os restantes itens analisados:



Publicado por Tito de Morais às 18:48
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EuKidsOnline: Em Portugal, Balança Pende Para os Riscos

Na sequência da mensagem anterior, com esta mensagem continuo a analisar as referências relativas a Portugal contidas no relatório final do projecto EuKidsOnline II.

 

Imagem: Gráfico 'Equilíbrio entre as coisas 'boas' e 'más' online'

Como o gráfico ilustra, riscos e oportunidades andam de mão dada. Mas existem diferenças significativas de país para país relativamente à percepção das crianças/jovens. Nesse sentido, o relatório agrupou os países em quatro grupos distintos:

 

 

A este nível, apesar tudo ainda ficamos bem na fotografia. No entanto, o gráfico mostra o trabalho que temos pela frente no sentido de nos aproximarmos da Letónia e da Grécia ao nível da maximização das oportunidades e da Turquia e da Bélgica ao nível da minimização dos riscos.

 

Veja aqui os restantes itens analisados:



Publicado por Tito de Morais às 00:17
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Sábado, 15 de Outubro de 2011
EuKidsOnline: Poucos Pais Portugueses Online

Na sequência da mensagem anterior, com esta mensagem continuo a analisar as referências relativas a Portugal contidas no relatório final do projecto EuKidsOnline II, muitas delas comparativamente aos restantes países alvo da investigação.

Imagem: Gráfico 'A relação do uso diário da Internet entre pais e filhos'

Portugal é do países onde os pais cujos filhos usam a Internet, são aqueles que menos usam a Internet numa base diária (pouco mais de 30%). Com piores resultados, só a Roménia e a Turquia. Apesar dos filhos usarem mais a Internet numa base diária que os pais (acima dos 50%), os resultados ainda são fracos. Apenas a Irlanda, a Áustria e a Turquia têm menos crianças/jovens a aceder à Internet.

Estes dados são sobretudo preocupantes à luz de uma das conclusões do estudo: quanto mais os pais estiverem online, mais poderão mediar de uma forma eficaz o uso que os seus filhos fazem da Internet. Perante este panorama, justificam-se as “10 Recomendações de Segurança na Internet” que fiz recentemente.

Veja aqui os restantes itens analisados:



Publicado por Tito de Morais às 23:52
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EuKidsOnline: Portugal Lidera Uso no Quarto

Na sequência da mensagem anterior, com esta mensagem continuo a analisar as referências relativas a Portugal contidas no relatório final do projecto EuKidsOnline II.

 

Imagem: Gráfico 'O aumento do uso privado / móvel da Internet'

Enquanto a realidade na Europa aponta para o crescimento da Internet móvel pelas crianças e jovens, em Portugal impera o uso privado no quarto. De facto, cerca de 70% das crianças/jovens Portugueses usam a Internet nos seus quartos (só a Suécia e a Dinamarca apresentam valores superiores) e pouco mais de 30% acedem à Internet a partir do telemóvel ou dispositivo portátil (apenas Bélgica, Hungria, França, Roménia e Turquia apresentam valores inferiores).

 

Acredito que o custo elevado dos smartphones, tablets e dos serviços móveis de acesso à Internet móvel possam justificar o atraso de Portugal.

 

Mas o que me preocupa é a “medalha de bronze” na utilização privada no quarto. Estes números justificam em grande parte as “10 Recomendações de Segurança na Internet”. Este índice de utilização no quarto não favorece a criação de sinergias entre crianças, jovens e adultos no domínio da partilha de experiências no domínio da aquisição de competências. De igual modo, não favorece o diálogo e a partilha de actividades online entre pais e filhos. Se cada um tiver o seu portátil e se fechar na sua redoma, a vida familiar dificilmente resistirá. Não sou a favor da proibição da utilização no quarto, particularmente na adolescência, mas sou altamente favorável à utilização da Internet num espaço comum da casa porque torna mais simples e possível o que referi acima.

 

Veja aqui os restantes itens analisados:



Publicado por Tito de Morais às 23:22
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EuKidsOnline: Banda Larga, Portugal na Cauda da Europa

Na sequência da mensagem anterior, com esta mensagem sublinho as referências relativas a Portugal contidas no relatório final do projecto EuKidsOnline II.

 

Imagem: Mapa da Europa - 'Convergência e Diversidade na Europa'

Apenas 46% dos lares portugueses dispõem de uma ligação de banda larga à Internet. Este dado coloca-nos na cauda da Europa. Apenas Bulgária, Grécia, Itália, Roménia e Turquia apresentam menores taxas de penetração da banda larga.

 

O PIB per capita Português poderá justificar parcialmente esta posição, mas não totalmente. Pelo lado da justificação temos os casos da Bulgária, Roménia e Turquia que apresentam taxas de penetração da banda larga e PIB per capita inferiores ao Português. No entanto, países como a Polónia e a Hungria, com PIB per capita inferior ao Português apresentam taxas de penetração de banda larga superiores, se bem que ao mesmo nível de Portugal (ambos com 51%). Acresce ainda que países como a Estónia e a Lituânia, apesar de PIB per capita inferiores ao Português, apresentam igualmente taxas de penetração da banda larga superiores à portuguesa (62% e 50%).

 

Todavia, importa sublinhar que em Portugal existem dados diferentes. O relatório anual de 2010 do Bareme Internet da Marktest contabilizava 2 034 mil lares em Portugal Continental que acedem à internet em banda larga, um número que representa 58.0% do universo de lares em estudo. Diferenças ao nível dos universos estudados podem justificar a diferença, já que o Bareme Internet estuda apenas os residentes em Portugal Continental com 15 e mais anos, deixando de fora as Ilhas e os Continentais com idade inferior aos 15 anos. Já segundo o Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2010, do Instituto Nacional de Estatística, em 2010, 50% dos agregados domésticos em Portugal tinham acesso à Internet em banda larga. Estes dados já se aproximam mais da investigação do EuKidsOnline e tal pode-se justificar pelo facto deste inquérito ser aplicado a agregados familiares composto por pelo menos um indivíduo entre os 16 e os 74 anos de idade e a recolha para a faixa etária dos 10 aos 15 anos ser efectuada de dois em dois anos.

 

A terminar, acredito que a posição relativa de Portugal se pode dever a factores como atraso tecnológico no domínio das infra-estruturas nacionais de acesso à Internet e políticas no domínio de preços ao consumidor e programas governamentais de incentivo à adesão à banda larga pelas famílias.

 

A terminar, acredito que a posição relativa de Portugal se pode dever a factores como atraso tecnológico no domínio das infra-estruturas nacionais de acesso à Internet, políticas no domínio de preços ao consumidor e programas governamentais de incentivo à adesão à banda larga pelas famílias.

 

Veja aqui os restantes itens analisados:



Publicado por Tito de Morais às 22:59
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EuKidsOnline: Portugal e a Europa
Capa do relatório final 'EuKidsOnline - Semtember 2011'

Como referi nas mensagens anteriores, no passado dia 22 de Setembro, o projecto EuKidsOnline publicou o seu relatório final. Nas próximas mensagens, sublinharei as referências relativas a Portugal contidas no texto, muitas delas comparativamente aos restantes países alvo da investigação.

 

Veja aqui os itens analisados:

Ao longo dos próximos dias irei acrescentando a análise de mais itens.

 



Publicado por Tito de Morais às 22:53
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Terça-feira, 27 de Setembro de 2011
Mito #10: As crianças conseguem contornar o software de segurança
Imagem: Mito #10 - Fonte da imagem: http://sxc.hu/photo/21223

Na sequência da publicação anterior, este é o décimo mito referido no relatório do projecto EuKidsOnline.

 

De facto, apenas 28 por cento dos jovens dos 11 aos 16 anos dizem que conseguem alterar as preferências de filtragem. E a maioria diz que aquilo que os seus pais dizem sobre a sua utilização da Internet é útil (muito para 27 por cento, pouco para 43 por cento). Todavia, é verdade que quase metade acha que as acções dos seus pais limitam as suas actividades online, enquanto um terço diz que ignora os seus pais (muito para 7 por cento, um pouco para 29 por cento).

 

Como todos as generalizações, esta também é perigosa. No entanto, discordo que seja um mito, sobretudo se estivermos a falar de adolescentes. Considero 28% uma percentagem elevada, tal como considero um valor elevado os 43 por cento dos jovens que consideram pouco útil aquilo que os pais dizem sobre a sua utilização da Internet. O que me parece relevante deixo aqui em forma de dica: Nenhum software substitui o acompanhamento parental. Apoie, incentive e estimule o desenvolvimento do pensamento crítico das suas crianças e jovens. O melhor filtro de segurança na Internet de uma criança/jovem é a sua massa cinzenta. Este “software” vem pré-instalado em todas eles, é compatível com todos os sistemas operativos, pode-se actualizar continuamente e, melhor de tudo, é gratuito!

 

Veja a análise dos restantes mitos, seguindo as ligações abaixo:

  1. Os nativos digitais sabem tudo
  2. Agora todos estão a criar o seu próprio conteúdo
  3. Os menores de 13 anos não podem usar redes sociais, logo não nos preocupemos
  4. Toda a gente está a ver pornografia online
  5. Os bullies são vilões
  6. As pessoas que conhecemos na Internet são estranhos
  7. Riscos offline migram para o online
  8. Colocar o PC na sala de estar ajudará
  9. Ensinar competências digitais reduzirá o risco
  10. As crianças conseguem contornar o software de segurança
Os comentários são bem vindos.

 



Publicado por Tito de Morais às 12:09
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Mito #9: Ensinar competências digitais reduzirá o risco
Imagem: Mito #9 - Fonte da imagem: http://sxc.hu/photo/1177618

Na sequência da publicação anterior, este é o nono mito referido no relatório do projecto EuKidsOnline.

 

Mais competências está associado a mais, e não a menos, risco – porque mais uso leva a mais competências, mais competências leva a mais oportunidades, e oportunidades estão associadas a risco. Uma das razões porque as oportunidades e os riscos estão ligados é porque as crianças devem explorar e encontrar algum risco para aprenderem e ganhar resiliência. Outra é que explorar para informação ou divertimento leva a riscos inesperados porque o ambiente online não é concebido com os interesses da criança em mente (demasiados pop-up’s, por exemplo). Mas mais competências podem reduzir o dano que algumas crianças experienciam do risco online.

 

Tendo a concordar. Ensinar mais competências digitais não reduz o risco, mas podem como refere o texto, reduzir o dano que algumas crianças experienciam do risco online. Numa abordagem pela positiva, prefiro: Incentive, apoie e estimule a aquisição de competências digitais pelos seus filhos, pois elas poderão reduzir o dano resultante de riscos online.

 

Veja a análise dos restantes mitos, seguindo as ligações abaixo:

  1. Os nativos digitais sabem tudo
  2. Agora todos estão a criar o seu próprio conteúdo
  3. Os menores de 13 anos não podem usar redes sociais, logo não nos preocupemos
  4. Toda a gente está a ver pornografia online
  5. Os bullies são vilões
  6. As pessoas que conhecemos na Internet são estranhos
  7. Riscos offline migram para o online
  8. Colocar o PC na sala de estar ajudará
  9. Ensinar competências digitais reduzirá o risco
  10. As crianças conseguem contornar o software de segurança
Os comentários são bem vindos.


Publicado por Tito de Morais às 11:29
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Mito #8: Colocar o PC na sala de estar ajudará
Imagem: Mito #8 - Fonte da imagem: http://sxc.hu/photo/1087519

Na sequência da publicação anterior, este é o oitavo mito referido no relatório do projecto EuKidsOnline.

 

53 por cento estão online em casa de amigos, 49 por cento estão online nos seus quartos e 33 por cento através de um telemóvel ou dispositivo portátil. Portanto, este conselho é desactualizado. Seria melhor aconselhar os pais a falarem com os seus filhos sobre a Internet ou a partilhar uma actividade online com eles.

 

Discordo que seja um mito e não me parece desactualizado. O número de jovens que usa o computador no quarto ainda é elevado e o que usa dispositivos móveis ainda é relativamente baixo, sobretudo no caso do telemóvel, dado os ainda elevados custos de acesso à Internet através destes dispositivos. Colocar o PC num espaço comum da casa contribui para uma utilização da Internet em família, facilita partilha de experiências e permite que se continue a ter vida em família, o que é muito mais complicado se cada um estiver com o seu portátil no seu quarto. Acresce que, quando os amigos dos meus filhos estão cá em casa, estão sob a minha responsabilidade, pelo que se os computadores dos 53 por cento dos amigos dos nossos filhos em casa de quem eles acedem estiverem na sala, acharia bem melhor. Além do mais, ter o computador num espaço comum da casa facilita o conselho referido no final do texto e que me parece ser o relevante: fale com os seus filhos sobre a Internet ou partilhe uma actividade online com eles. Para facilitar esta tarefa, deixo-lhe dois artigos: “Dê Início à Conversa” e “7 Coisas Para Fazer Com os Seus Filhos na Net”.

 

Veja a análise dos restantes mitos, seguindo as ligações abaixo:

  1. Os nativos digitais sabem tudo
  2. Agora todos estão a criar o seu próprio conteúdo
  3. Os menores de 13 anos não podem usar redes sociais, logo não nos preocupemos
  4. Toda a gente está a ver pornografia online
  5. Os bullies são vilões
  6. As pessoas que conhecemos na Internet são estranhos
  7. Riscos offline migram para o online
  8. Colocar o PC na sala de estar ajudará
  9. Ensinar competências digitais reduzirá o risco
  10. As crianças conseguem contornar o software de segurança

 Os comentário são bem vindos.



Publicado por Tito de Morais às 01:14
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Mito #7: Riscos offline migram para o online
Imagem: Mito #7 - Fonte da imagem: http://sxc.hu/photo/967845

Na sequência da publicação anterior, este é o sétimo mito referido no relatório do projecto EuKidsOnline.

 

Bem, em parte as provas suportam isto e é importante – as crianças a que reportam mais riscos offline de vários tipos são mais propensas a encontrar mais riscos online e, significativamente, mais propensas a danos resultantes de experiências online. Mas, o risco offline não prevê todos os riscos que se encontram online, logo não se deve assumir que as crianças não identificadas como estando em risco offline não estão em risco online. Ainda não conhecemos todos os factores que são responsáveis por danos online e é importante ver os riscos online e offline no seu contexto.

 

De acordo. Como costumo afirmar, com base em estudos anteriores, as crianças e jovens que têm comportamentos de risco offline, provavelmente irão tê-los também online. No entanto, tal não quer dizer que aqueles que não têm comportamentos de risco offline, não os tenham online. O mito, então, será: crianças que não estão em risco offline, não estão em risco online. Assim, a dica que deixo: Só porque os seus filhos não têm comportamentos de risco offline, não quer dizer que não os tenham online. E reforçando o que afirmei relativamente ao mito #3, esteja atento porque ss filhos precisam de pais offline e online e a família deve ser família offline e online.

 

Veja a análise dos restantes mitos, seguindo as ligações abaixo:

  1. Os nativos digitais sabem tudo
  2. Agora todos estão a criar o seu próprio conteúdo
  3. Os menores de 13 anos não podem usar redes sociais, logo não nos preocupemos
  4. Toda a gente está a ver pornografia online
  5. Os bullies são vilões
  6. As pessoas que conhecemos na Internet são estranhos
  7. Riscos offline migram para o online
  8. Colocar o PC na sala de estar ajudará
  9. Ensinar competências digitais reduzirá o risco
  10. As crianças conseguem contornar o software de segurança

 Os comentários são bem vindos.



Publicado por Tito de Morais às 00:54
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