Através deste formulário no site do Projecto MiudosSegurosNa.Net recebemos uma pergunta com o título reproduzido acima. Eis a pergunta:
Foi detetado um pedido de amizade de um suposto [Nome Omitido], dirigido a crianças e alguns professores da Escola [Nome Emitido]. Este pedido foi aceite por alunos que tiveram acesso imediato à dita página. Como devemos proceder?
Na página relativa aos Padrões da Comunidade do Facebook, refere-se explicitamente: “Nudez e pornografia - O Facebook tem uma política rigorosa que proíbe a partilha de conteúdo pornográfico e impõe limites à nudez. Ao mesmo tempo, queremos respeitar o direito que as pessoas têm de partilhar conteúdo pessoal importante, quer se trate de fotos de uma escultura como o David de Miguel Ângelo ou fotos familiares de uma mãe a amamentar.”
Assim e à luz destes princípios, o Facebook disponibiliza mecanismos que vos permitem agir perante a situação reportada. Então, Podem proceder das seguintes formas:
Por fim, na sua página de ajuda, o Facebook fornece ainda informações adicionais que podem ser úteis para o tipo de situação reportada: Como posso denunciar pornografia? e Como denunciar um abuso. Este último fornece instruções sobre como denunciar cronologias, anúncios, eventos, grupos, mensagens, páginas, fotos e vídeos, publicações, publicações na tua cronologia, perfis, perguntas, algo que não consegues ver que violem os termos de utilização do Facebook.
Espero ter ajudado. Caso tenha dúvidas que necessitem de esclarecimentos adicionais, esteja à vontade para voltar ao contacto.
Na sequência da publicação anterior, este é o quarto mito referido no relatório do projecto EuKidsOnline.
As estimativas relativas à exposição à pornografia online são mais baixas do que o que muitos anteciparam – um quarto viu imagens sexuais online ou offline no ano passado e um em cada sete viu-as online, subindo para um quarto dos adolescentes mais velhos. Mesmo assumindo alguma sub-notificação, parece que a promoção excessiva dos media relativamente à pornografia é baseada em amostras não-representativas ou a mera suposição.
Concordo com este mito. Quando ouço uma afirmação deste género, geralmente considero-a revelador do que andam a fazer na Internet as pessoas que proferem este tipo de afirmações. De todo o modo, se por um lado acho que 15 ou 25% não são percentagens para se subestimar neste tipo de questões, concordo que os media contribuem para que, por vezes, se tome a nuvem por Juno. No entanto, se o tema do acesso voluntário ou involuntário, sobretudo dos mais pequenos, a conteúdos impróprios – e não só no domínio da pornografia, mas também aqueles sobre os quais a comunicação social não fala tanto – a tecnologia pode dar uma ajuda, mas só por si não resolve. Assim, parece-me relevante deixar esta mensagem: Considere se precisa da ajuda de um programa de controlo parental. No entanto, tenha presente que não há tecnologias infalíveis e que a tecnologia, só por si não resolve. Mas pode ajudar.
Veja a análise dos restantes mitos, seguindo as ligações abaixo:
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